quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Restaurante Ataque Cardíaco

O Update or Die sempre trazendo novidades interessantes

O restaurante Heart Attack Grill que traz em seu cardápio guloseimas e outros ítens interessantes para literalmente "matar" a sua fome. Tem até dietas e um livro com orientações para "educação alimentar".

Agora a garçonete-enfermeira foi sacanagem!!! (rsrs)


Roda de Ciência - novo tema mês de Outubro

Pois bem pessoal, uma vez concluída as discussões sobre o tema de Ciência e Tecnologia está no blog do Roda de Ciência mais uma enquete para a seleção do tema do mês de outubro.

É só dar um pulinho no Roda e votar. Os temas para esse mês são:
  • O que falta para o Brasil finalmente se desenvolver
  • Relação entre ficção científica e divulgação científica
  • Romantismo filosófico e movimentos anti-científicos
  • Até quando o Brasil será "o país do futuro"?

Mão à obra!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Emplastro pão torrado?!?!?!?


É verdade, faço um post abaixo falando da evolução da saúde em função da ciência e da tecnologia e percebo que sem um toque de imaginação até as melhores idéias padecem no anonimato.
É como o título do post traz, um emplastro, parecido com o velho emplastro Sabiá, também para ser usado em casos de torcicolo. E o melhor, vocês podem adquirir os Toast Bandages pela bagatela de $4.95 a caixa com 15 unidades.
Agora mãos à imaginação e cuidem bem dos seus torcicolos.
Matéria do blog Update or Die

Saúde, ciência e tecnologia: possibilidade de avanços e geração de conflitos

Como leitor do blog Roda de Ciência, vou tentar contribuir com algumas discussões sobre o tema selecionado do mês, a relação entre Ciência e Tecnologia, associando algumas considerações a elementos do trabalho na área da saúde.

A área da saúde atualmente deve muito aos avanços científicos e tecnológicos acumulados ao longo dos tempos, conhecimentos, tecnologias e experimentações científicas que contribuíram de forma significativa na melhor condução de casos clínicos, na ampliação do potencial diagnóstico de patologias, na melhoria da qualidade de vida das populações, na diminuição dos índices e taxas de morbi-mortalidade de agravos, na ampliação da expectativa de vida das pessoas e na possibilidade das pessoas acessarem bens e serviços de saúde estruturados de todo esse aparato tecno-científico, capazes de oferecer respostas a demandas que lhes são cotidianamente apresentadas, dentre tantas outras contribuições.

Na saúde, os desenvolvimentos em ciência e tecnologia configuram um grande processo, algo dinâmico, em constante evolução e que ainda busca respostas para o enfretamento de situações ainda obscuras, como, por exemplo, a cura da aids e de tantas outras patologias virais ainda sem tratamentos específicos, doenças degenerativas novas aos olhares dos pesquisadores e profissionais de saúde, a possibilidade da descoberta de novos fármacos e insumos no suporte terapêutico dos pacientes, e por aí vai.

É inegável o reconhecimento de que as práticas em saúde modificaram-se ao longo dos tempos, quase que na mesma velocidade em que foram sendo feitas descobertas científicas e que as tecnologias foram criadas e incorporadas. Já pensaram na possibilidade de não existir atualmente o raio-x ou os exames laboratoriais para confirmações diagnósticas? Será que apenas as práticas clínicas e experiências dos profissionais seriam suficientes para garantir a evolução no cenário da saúde, ou, estaríamos nós, ainda hoje, realizando atividades arcaicas que remontam aos tempos de Hipócrates, como sangrias ou outras práticas tidas como brutais aos olhos atuais?

Nesse cenário, a incorporação de tecnologias tornou mais fácil o manejo clínico dos pacientes pela fidedignidade com que as informações passaram a ser mensuradas e oferecidas. Tecnologias como a tomografia computadorizada, a ressonância magnética, a genotipagem, a ultrassonografia, a medicina nuclear, os ecocardigramas, a automatização laboratorial e o próprio advento do computador (softwares e internet), trouxeram grandes certezas num mar de inseguranças, ofereceram parâmetros para as práticas dos profissionais e melhoram significativamente a assistência direta feita ao paciente ou usuário desses bens e serviços.

Porém, nem tudo é um mar de rosas nesse glorioso cenário de evoluções e avanços na saúde. A incorporação de novas ciências e tecnologias tem causado também sérios prejuízos e motivado grandes embates na área da saúde.

A incorporação de tecnologias nos processos de trabalho das equipes de saúde tem colaborado para o afastamento do contato do profissional com o usuário dos serviços e condicionado suas práticas à existência desses insumos tecnológicos. Um modelo que vai à contramão do que se preconiza atualmente, que tenta resgatar a vinculação dos usuários aos profissionais e serviços, estabelecendo uma relação de confiança que já se encontra abalada nos dias atuais. Alguns profissionais então, não dispensam a prescrição e solicitação de exames e procedimentos caros e extremamente especializados, as dita tecnologias duras (segundo os pensadores Emerson Merhy e Túlio Franco) o pondo a maior parcela da população à margem e nervosos pelas suas condições sócio-econômicas que inviabilizam a possibilidade de acessarem os bens e serviços. Outros profissionais, já tão bitolados aos seus “equivocados” processos de trabalho, dispensam o conhecimento e o potencial da clínica e já partem direto para a etapas que deveriam ser finalísticas, como solicitar uma tomografia para uma simples queixa de dor de cabeça ou de expor repetidamente o paciente a radiação do raio-x quando o mesmo queixa de dores lombares, por exemplo?

Vale perceber que as tentativas de incorporar tecnologias junto às comunidades têm levado as grandes empresas, indústrias e grupos comerciais a tentar driblar os olhares mais atentos e críticos das pessoas que também se dedicam a estudar e colaborar com o ramo da ciência e da fabricação de novos instrumentos e tecnologias. Ainda que esses insumos, bens ou serviços não sejam os mais adequados a serem utilizados em situações específicas, o seu uso e consumo é estimulado de forma descompromissada e numa perspectiva puramente mercadológica. Esse fato é bem exemplificado pelas indústrias farmacêuticas que tentam vender seus insumos e tecnologias diretamente ao consumidor final, sem a avaliação ou ponderação de profissionais quanto ao seu uso.

Outro cenário conflitante, também fruto da incorporação dos acúmulos científicos e tecnológicos diz respeito às questões ético-legais tão no cerne das discussões globais do momento, trazendo como carro-chefe as pesquisas com células embrionárias, células-tronco. Discute-se até onde vai o limite humano na manipulação de vidas para salvar outras vidas, da configuração ou não crimes de aborto e da forma não ética com que essas pesquisas podem ser usadas para discriminar seres “geneticamente perfeitos” dos ditos “imperfeitos”.
Com certeza, motivados pelo grande avanço das pesquisas científicas e do suporte do aparato tecnológico, essas serão temáticas que ainda demandarão grandes discussões nas comunidades mundo afora.

Torna-se claro que apesar da relação entre a ciência e a tecnologia trazerem benefícios significativos para população em geral, sobretudo na área de saúde para trabalhadores e usuários dos bens e serviços, essa relação também traz a tona situações conflitantes e melindrosas para esse mesmo cenário. A prudência nesse campo de relação figura como um dos elementos mais importantes para garantir relações pacíficas entre os seus constituintes e para que a incorporação dos seus resultados e avanços sejam implementados em bases mais sólidas, sob o crivo e crítica da comunidade a quem se destinam.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Revista RAIDS - especial Constituição 20 anos

Eu sou leitor e assinante da RADIS, uma revista da Escola Nacional de Saúde Sérgio Arouca - Fiocruz que traz informações e debates interessantíssimos na saúde.

A edição nº 72 é especial e traz debates sobre os 20 anos de constituição e conequentemente, os 20 anos de legitimação da saúde como direito de todos e dever do Estado, bem como a criação do SUS, seus percalços, avanços e retrocessos durante todo esse período de (re)construção, sempre às falas de pensadores importantes do cenário nacional como Gastão Wagner, Sônia Fleury, Nelson Rodrigues Santos, Gilson Carvalho dentre outras peças.

No capítulo da revisa que trata do SUs como um projeto a ser concluído, achei esse trecho muito interessante:


"Se nas pressões e negociações por financiamento suficiente e por novos modelos de gestão, ao longo dos últimos 18 anos, conselhos de saúde, representações nacionais e entidades do movimento da Reforma Sanitária já perderam anéis para manter dedos e dedos para não perder braços, onde a eqüidade, a integralidade, a regionalização e a alta resolutividade da atenção básica (e sua ampliação à classe média) vão parar?" (p. 32)


Vale a pena essa leitura. Clique aqui e lei a revista ou acesse o sítio virtual da RADIS

Ah.... alguns detalhes interessantes:
- a assinatura é gratuita
- a periodicidade da revista e mensal
- você pode ler on line ou baixar o .pdf da revista para sua máquina

Mãos à obra e coloquem essa cabeças para funcionar.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Pensando saúde, também!

Tô devendo uns posts bom para os meus MILHARES de leitores. Mas não se preocupem, a cabeça anda maquinando sempre, só está faltando tempo de colocar os dedos para funcionar, mas breve tem novidade por aqui.

Enquanto isso, navegando pelo portal da saúde do Ministério, encontrei uma coluna quase não divulgada de título Pensando Saúde que traz quatro textos interessantes com algumas figuras do cenário da saúde nacional: Sônia Fleury que dispensa apresentações, Jorge Solla (atual secretário de saúde da Bahia) e outras duas entrevistas com Talita Lima do Acre e Carmen Foro, vice-presidente da CUT.

Divirtam-se com os textos!


(*) Nesse momento eu PENSO: o nome da coluna é Pensando Saúde - semelhança, mera coincidência... ?????

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Tirinhas

terça-feira, 16 de setembro de 2008

E quem disse que a morte não tem hora marcada??

Manchete da Folha on line nessa terça, 16 de setembro:

- Infarto é mais comum às segundas de manhã, aponta estudo

PS: Por favor, não me digam quais as doenças da sexta, sábado e domingo, por favor!!!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Dr. Pepper

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Essa campanha eu tô dentro: Enfermagem em 4000 horas!!!

Estão fazendo pressões para tentarem reduzir a carga horária dos cursos de graduação - bacharelado em enfermagem para 3200 horas, levando em consideração apenas o lado mercadológico da coisa e a possibilidade de ter "profissionais formados" em menos tempo no mercado de trabalho, em detrimento da verdadeira formação de um profissional que agrega tantos outros valores e saberes, fundamentais em qualquer profissão e não só privilégio da Enfermagem.

A ABEn (Associação Brasileira de Enfermagem) deflagrou a batalha e manifesta-se contra. Vejam abaixo o manifesto e a Carta da Aben posicionando-se pela carga horária mínima de 4000 horas distribuídas e integralizadas em 4 anos de estudos para a formação do bacharel em enfermagem.

Baixe a carta da Aben e veja o que pensa sobre a carga horária de enfermagem - clique aqui!

Concordo e apoio o movimento. Isso vai dar o que falar. em breve outros post´s com assuntos relacionados.


download - Carta da Aben

Roda de Ciência


Para quem não conhece, o blog Roda de Ciência é a uma das grandes oportunidades dos blogs tratarem de assuntos de cunho científico trazendo experiências, pontos de vitas e conteúdo daqueles que se propõem a contribuir e, portanto, entra na roda. Como o próprio blog se auto-define, "um ponto de encontro para debates de ciência e não só".


Periodicamente, o blog abre enquete para votarmos no tema/assunto que será eleito como pauta de discussão até que a dinâmica de discussões se esgote - se é que isso é possível.


Pois bem, esta aí o convite.


Clique aqui e dê um pulinho lá no blog e ajude na escolha do próximo tema.

Ahh... e não vale apenas votar, o interessante é depois acompanhar e contribuir.


PS: a imagem peguei do blog Chi vó non pó

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Dia Nacional de Combate ao Fumo

Esse post vai em especial para os amigos Lucas, Ton Bar e Tiago.

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Fumo e franqueio a palavra a Danilo Gentili (CQC) que trata o assunto de forma "séria e com muito humor".



Larguem esse vício! - Vídeo postado no Treta

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Fique antenado...

Genética interessante...

Post do Portal G1 - ciência e saúde

GATO GANHA PAR DE "ASAS" E APELIDO DE "ANJO DA CHINA"


Dois comentários:

- Tinha que ser na China não é?!?

- E AGORA, SERÁ QUE VÃO DAR "ASA A COBRA" - o mundo está perdido

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Mulheres vitimas de violência sexual - algumas considerações

Semana passada, fui convidado por alunos do curso de Enfermagem da FTC - Faculdade de Tecnologia e Ciências para falar no Simpósio de Saúde da Mulher do tema de Violência Sexual nas mulheres.

A oportunidade foi interessante pois pudemos discutir, sobretudo, quão fraco é a rede de serviços de saúde na retaguarda dessas mulheres que sofreram algum tipo de violência sexual.

Essa temática torna-se ainda mais relavante e assume a magnitude de um grave problema de saúde pública na medida em que os números chegam a ser subnotificados de 80 a 95% dos casos, segundo os dados do Ministério da Saúde. Cabe lembrar que essas mulheres que sofreram algum tipo de violência, apenas serão computadas no sistema de saúde como números isolados, como agravos que são tratados e acompanhados distintamente, descontextualizados e desvinculados da causa base que foi a violência sofrida.

Apesar do governo brasileiro já legislar sobre a pauta e orientar sobre como deverão ser procedidos os trabalhos assistenciais e de orientação para essas mulheres vitimizadas, travam-se birgas particulares entre os municípios e os Estados sobre quem vai assumir os ônus financeiros da estruturação dessa rede de serviço. A assistência a essas mulheres deve perpassar pela oferta de serviços e profissionais que garantam apoio psicológico, o cumprimento dos seus direitos e da sua individualidade, o acolhimento nos serviços e o sigilo do seu acompanhamento, a assistência humanizada e a realização dos encaminhamentos necessários com vistas a resolução das demandas que são apresentadas. Mas especificamente, na política integral de saúde da mulher, estão contempladas ações mais diretivas e que envolvem todo um aparto logístico para o seu acontecimento que é a possibilidade de realizar a anticoncepção de emergência, as abordagens profiláticas para DST não virais, profilaxia para Hepatite B e para o vírus HIV, o acompanhamento laboratorial e, nos casos em que haja a ocorrência de gravidez, a possibilidade da realização do aborto legal, conforme preconizado no nosso ordenamento jurídico.
As áreas são muitas a serem contempladas mas encontram pela frente a resistência da gestão municipal que não prioriza essas ações e tampouco destina recursos para execução dessas atividades, os profissionais de saúde pouco sensíveis à temática ou não capacitados a acolher uma mulher vitimizada de violência sexual, a ausência de fluxos definidos na rede de serviços do SUS, as instalações físicas e unidades de saúde não equipadas para o suporte a essas mulheres, dentre tantos outros entraves à consolidação das políticas então discutidas.

Não exitem grandes caminhos a serem trilhados pois o cenário já está bem definido e as necessidades já foram levantadas. Falta agora vontade política para fazer acontecer. Falta fazer com que a sociedade trate o assunto da violência sexual com as mulheres da mesma forma com que tratam assuntos do seu cotidiano e nãopercam a capacidade de se revoltar com situações como essas.

É preciso perceber que a pauta da violência sexual ainda é um tema tratado às escuras por toda complexidade psicológica que carrega e pelo impacto que causa na opinião pública, mas, enquanto isso, os números vão crescendo e a mulheres vão sendo marginalizadas, perdendo espaços que arduamente foram conquistados.

Vejam alguns dados e informações que chocam:

  • 12 milhões de crimes sexuais ocorrem em todo o mundo a cada ano
  • Em diferentes partes do mundo, entre 16 e 52% das mulheres, experimentam violência física pelos seus companheiros
  • 1 (uma) a cada 4 (quatro) mulheres, é objeto de violação sexual ou tentativa de violação em algum momento da sua vida
  • Cerca de 1/3 das adolescentes relatam que sua primeira experiência sexual foi forçada
  • 43% das mulheres brasileiras referem ter sofrido alguma forma de violência sexual, 13% estupro conjugal ou abuso e 11%assédio sexual
  • 14.881 casos de estupro e 12.088 de atentado violento ao pudor em foram registrados no ano de 2000 pelas Secretarias de Segurança Pública
  • Por outro lado, 42.000 estupros são estimados no Estado de São Paulo a cada ano com 1/3 das internações de emergência decorrentes da violência doméstica
  • A violência sexual é responsável por até 25% dos trabalhos perdidos pelas mulheres e pela redução de ganhos financeiros entre 3 a 20%
    Os filhos de mães que sofrem violência têm três vezes mais chances de adoecer e 63% das crianças repetem pelo menos um ano da escola

Fontes: Relatório Mundial sobre Violência e Saúde – OMS 2002 e Norma Técnica de Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual Contra Mulheres e Adolescentes (MS - 2005)


Valeu turma da FTC, o evento foi show. Sucesso sempre!
Abraço especial para Magali e os discentes Daiane e Daniel

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Caramba... dessa eu nunca vi não: 51 horas de cirurgia

Vocês lembram da história de um médico chamado Franciso Gregori Jr. que estampou na Veja e outros jornais pois tinha utilizado cola Super Bonder para estancar uma hemorragia durante uma cirurgia cardíaca?? Pois é, ele voltou a dar das suas.

Uma matéria do Folha on line estampou que esse médico realizou uma cirurgia cardíaca num paciente que demorou 51 horas. O paciente apresentou problemas de coagulação e fez com que fosses gastos todo o estoque de sangue de Londrina.
Mas, no final das contas, o paciente sobreviveu, assim como a da super bonder também.
Taí um misto de competência, coragem e sorte, muita sorte.

Confiram a matéria completa da Folha aqui!

Novidade: Lablogatórios

Surge o Lablogatórios, um portal de blog´s dedicado a divulgações científicas. Com certeza será mais fácil encontrar outros blogs que tratem dos temas da saúde e ciência e ampliar o universo de discussão.

Quem quer fazer uma inscrição e garantir um nome (login) personalizado está em tempo pois ainda não tem muitos blogs inscritos no portal.

Dica do .42

Projetos para a saúde, onde estão?

Vai começar a campanha eleitoral na televisão e ainda estou aguardando os candidatos apresentarem os planos e metas traçadas para a gestão da saúde nos municípios dos quais são respectivos candidatos.

Tenho certeza que o material será um ótimo termômetro para avaliarmos as concepções de saúde dos candidatos e de como pretendem operá-la caso vençam. Quem vai puxar a fila?

Casos de dengue voltam a ameaçar na Bahia

Informe do Bahia Notícias

BAHIA REGISTRA 300 CASOS DE DENGUE EM UMA SEMANA 12/08/2008 07:38:08

Os casos de Dengue na Bahia aumentaram em 300 apenas entre os dias 21 e 28 de julho. A informação foi confirmada após a divulgação de um boletim da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) nesta segunda-feira (11). Ao longo do ano, o Estado já tem 33.188 casos confirmados, com 561 suspeitos de serem da forma mais agressiva da doença, a hemorrágica. A capital é vítima de 2678 casos de dengue, 40 deles de hemorrágica.

OBS: A SESAB preocupada com a situação já escalou até o Carlinhos Brown fazendo campanha contra o mosquito. Dá uma olhada aqui!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Cursos de saúde da UESC bem na fita

A UESC cada vez mais firma-se como referência para formação dos nossos profissionais. Os cursos de saúde - Medicina, Enfermagem e Educação Física, Biomedicina - mais o curso de Agronomia - foram avaliados e alguns destacaram-se obtendo notas de excelência na avaliação do ENADE.

O destaque fica por conta do curso de Educação Física com nota máxima sendo o melhor da Bahia e o de Enfermagem que tirou o conceito 5 no IDD (indicador de diferença de desempenho) que determina o quanto de conhecimento o curso agrega aos alunos, que o coloca como segundo melhor da Bahia.


Com relação aos parâmentros utilizados para essa avaliação, bem... essa a gente deixa para comentar depois porque é polêmico. Breve postarei algo sobre o assunto.


No mais, parabéns para os alunos e professores dos cursos de saúde da UESC.